segunda-feira, 23 de dezembro de 2024
Dança dos Flocos de neve
Em um balé celeste, silenciosos pés,
Flocos de neve giram, leves como fé
Um turbilhão branco, um véu sobre a terra,
Onde a magia e o inverno se entrelaçam, serra a serra.
Com graça etérea, descem do alto céu,
Pintando de branco cada galho, cada telhado, cada véu.
Em um piscar de olhos, o mundo se transforma,
Em um conto de fadas, onde a neve adormece a alma.
Em cada floco, um cristal, um milagre da natureza,
Um desenho único, uma obra de arte, uma beleza.
Dançando em conjunto, um exército de brancura,
Cobrindo o chão com um manto macio e puro.
E enquanto a noite cai, e a lua ilumina,
A dança dos flocos se torna ainda mais divina.
Um espetáculo mágico, um presente do inverno,
Um convite à contemplação, um sonho eterno.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Delicioso Sentir...
Das neves eternas e gloriosas,
Dos cumes mais altos do entendimento,
De um branco e leve manto,
Nas suaves grutas calorosas,
Do ínfinito firmamento,
No florescer de um encanto,
Numa explosão de beleza,
Nas chuvas frias e humidas,
Do Céu Estrelado,
De uma suave correnteza,
Das montanhas áridas,
De um desejo Amado,
No Horizonte sem fim,
Dos magnificos rochedos,
No brotar de uma nascente,
Na excelência do jasmim,
Da sombra dos arvoredos,
Numa pequena semente,
De uma chama viva,
Num sopro de vento,
Na maré de lua,
De um encanto de Diva,
De um doce momento,
Da calçada da rua,
Da pureza dos sentimentos,
De um gesto carinhoso,
Numa alegria infinita,
Das vides e seus rebentos,
Num sorriso bondoso,
De uma lágrima que crepita,
Da inocência da criança,
De uma beleza resplandecente,
Num carinho terno,
No perfume da Flor,
De uma admirável lembrança,
Num sentir crescente,
De um sentimento eterno,
Inundaste-me de Amor.
Dos cumes mais altos do entendimento,
De um branco e leve manto,
Nas suaves grutas calorosas,
Do ínfinito firmamento,
No florescer de um encanto,
Numa explosão de beleza,
Nas chuvas frias e humidas,
Do Céu Estrelado,
De uma suave correnteza,
Das montanhas áridas,
De um desejo Amado,
No Horizonte sem fim,
Dos magnificos rochedos,
No brotar de uma nascente,
Na excelência do jasmim,
Da sombra dos arvoredos,
Numa pequena semente,
De uma chama viva,
Num sopro de vento,
Na maré de lua,
De um encanto de Diva,
De um doce momento,
Da calçada da rua,
Da pureza dos sentimentos,
De um gesto carinhoso,
Numa alegria infinita,
Das vides e seus rebentos,
Num sorriso bondoso,
De uma lágrima que crepita,
Da inocência da criança,
De uma beleza resplandecente,
Num carinho terno,
No perfume da Flor,
De uma admirável lembrança,
Num sentir crescente,
De um sentimento eterno,
Inundaste-me de Amor.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Não sei...
Não sei como te chamas
ainda menos
que nome te hei-de dar;
Conheço as tuas partidas,
como beijo as tuas chegadas...
Há um sino,
de fronte de uma estrela que anuncía
a tua chegada;
Faz frio,
mas o teu abraço aquece-me,
o teu beijo secou a lagrima esquecida...
Em silêncio,
sorveste-a,
qual nectar de uma flor por inventar...
As tuas passagens breves,
mas,
plenas de eternidade.
O campo estéril
frente ao meu quarto
desabrochou;
e,no ar
o perfume de cada madrugada,
celebram-te.
A tua paz,
venceu qualquer obstáculo.
Tudo reflecte a tua luz.
Quão breve é a tua passagem!
e como cheira a eternidade!
Para lá do vale
onde,
envoltos em poesia,
saudamos a esperança...,
já se vislumbra
o monte
que ofuscará a tua presenca...
...Ha!
este breve momento
com cheiro de eternidade,
tão breve,
tão breve como qualquer poema,
sem principio nem fim.
És vento,
semente ou paixão?
Que interesa,
se conheco o toque
da tua mão....!!!!
ainda menos
que nome te hei-de dar;
Conheço as tuas partidas,
como beijo as tuas chegadas...
Há um sino,
de fronte de uma estrela que anuncía
a tua chegada;
Faz frio,
mas o teu abraço aquece-me,
o teu beijo secou a lagrima esquecida...
Em silêncio,
sorveste-a,
qual nectar de uma flor por inventar...
As tuas passagens breves,
mas,
plenas de eternidade.
O campo estéril
frente ao meu quarto
desabrochou;
e,no ar
o perfume de cada madrugada,
celebram-te.
A tua paz,
venceu qualquer obstáculo.
Tudo reflecte a tua luz.
Quão breve é a tua passagem!
e como cheira a eternidade!
Para lá do vale
onde,
envoltos em poesia,
saudamos a esperança...,
já se vislumbra
o monte
que ofuscará a tua presenca...
...Ha!
este breve momento
com cheiro de eternidade,
tão breve,
tão breve como qualquer poema,
sem principio nem fim.
És vento,
semente ou paixão?
Que interesa,
se conheco o toque
da tua mão....!!!!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Quadro de Infinita Beleza
Na tela do imenso espaço,esboço o teu rosto,
Quero pintar essa inconfundivel beleza de várias cores,
Quadro mental vivido com gosto,
Primavera de vida ,aroma de flores,
Da bela moldura,teus olhos entoando...
O magnifico tom de tua boca chamando por atenção,
Sangue vivo que prende,despertando...,
Maravilhosa personificação,transbordar de emoção...,
Cabelos deslizando na tela como o rio no seu leito,
Na verdejante paisagem do campo,indescritivel beleza,
Nos pincéis do pensamento ,inspiração do peito,
Linhas subtis que emenam do coração com pureza,
Traços de sentimentos reflexos da alma,
No céu azul...,no infinito firmamento,retrato de tua presença,magnificiência...,
Imagem doce,bonito encanto que acalma,
....Momentos de encanto numa amarga ausência...,
Numa separação imposta,quadro de doce memória,
....Alegria projectada na tela do infinito espaco,
Agradável visão de uma bela história,
Cores de vida que aperto num abraço,
Sensiveis desejos expressos num olhar,
Sensualidade que se absorve numa visão,
Eternos sentimentos que se dislubram ao desenhar,
Pincéis que pintam noutra dimensão....
A satisfação de um olhar que espreita a realidade,
Segurando na moldura dos sonhos a esperança que floresce....,
De braços no ar,abraçar-te de verdade,
Abraçar o encanto,a beleza de um amor que não esquece....
Quero pintar essa inconfundivel beleza de várias cores,
Quadro mental vivido com gosto,
Primavera de vida ,aroma de flores,
Da bela moldura,teus olhos entoando...
O magnifico tom de tua boca chamando por atenção,
Sangue vivo que prende,despertando...,
Maravilhosa personificação,transbordar de emoção...,
Cabelos deslizando na tela como o rio no seu leito,
Na verdejante paisagem do campo,indescritivel beleza,
Nos pincéis do pensamento ,inspiração do peito,
Linhas subtis que emenam do coração com pureza,
Traços de sentimentos reflexos da alma,
No céu azul...,no infinito firmamento,retrato de tua presença,magnificiência...,
Imagem doce,bonito encanto que acalma,
....Momentos de encanto numa amarga ausência...,
Numa separação imposta,quadro de doce memória,
....Alegria projectada na tela do infinito espaco,
Agradável visão de uma bela história,
Cores de vida que aperto num abraço,
Sensiveis desejos expressos num olhar,
Sensualidade que se absorve numa visão,
Eternos sentimentos que se dislubram ao desenhar,
Pincéis que pintam noutra dimensão....
A satisfação de um olhar que espreita a realidade,
Segurando na moldura dos sonhos a esperança que floresce....,
De braços no ar,abraçar-te de verdade,
Abraçar o encanto,a beleza de um amor que não esquece....
terça-feira, 24 de março de 2009
O Amor se exaltará...
Manhas de frio,
Deslizando pelo rio,
Todas as manhas,a corrente de água,
Havia de me levar,
Na minha mágua,
Sair daquele lugar,
Sentir aquele olhar,
Sentir que me vinha beijar,
Fosse tarde ou cedo havia de me levar...
Sei que nao posso abrir a voz e falar,
Deste amor contar...,
E,quando te sinto ao chegar...
Nao estarei eu a sonhar?
No leito de minha cama,
Corpo quente a transpirar...
Sentir Alguèm que me ama,
Sofrer de amores,
Sei lá que mais...,cercado de cores,
Num espaco só meu,
Que é mais que um lugar,
Que será nosso,que será teu,
E onde o amor exaltará para se trocar...
Deslizando pelo rio,
Todas as manhas,a corrente de água,
Havia de me levar,
Na minha mágua,
Sair daquele lugar,
Sentir aquele olhar,
Sentir que me vinha beijar,
Fosse tarde ou cedo havia de me levar...
Sei que nao posso abrir a voz e falar,
Deste amor contar...,
E,quando te sinto ao chegar...
Nao estarei eu a sonhar?
No leito de minha cama,
Corpo quente a transpirar...
Sentir Alguèm que me ama,
Sofrer de amores,
Sei lá que mais...,cercado de cores,
Num espaco só meu,
Que é mais que um lugar,
Que será nosso,que será teu,
E onde o amor exaltará para se trocar...
sábado, 7 de março de 2009
Queria ser...
Queria ser peito de andorinha,
Conseguir arrebatar nas alturas,
Êxtasiar por cima das arvores idónias,
Por cima dos rios límpidos,nas correntes que acarinha,
Queria do alto planar em ventanias puras,
Asas ao vento,libertar deste mundo de atitudes impróprias.
Queria conseguir chegar apenas ás estrelas,
Tocá-las,contagiar-me de luz,
Por cima das douradas ceáras,ao sul voar,
Contar as flores dos prados,uma a uma percorrê-las...,
Nas ondas do mar deliciar-me no brilho que reluz,
Das montanhas abracar o ar...
Queria tanto atingir o imenso firmamento,
Em euforia de azul mergulhar na alegria,
Nos deliciosos verdes sonhar,
Do orvalho lavar este rosto de tormento,
Nas asas do vento libertar da opressão doentia,
Dancar com o sentimento que quero abraçar,
Queria ser a montanha a beijar os céus limpídos,
alegre chilrear que desperta numa manhã clara,
Água limpida das fontes brotando,
melodia de embalar nos braços queridos,
colorido de uma borboleta no sol a despontar
manto branco de neve no inverno brilhando,
Queria tanto ser as gotas de sol que as águas transportam,
Ser barro nas måos de crianca,
Nas patas de uma abelha pólem dourado
O carinho de alguèm que confortam,
Queria ser mais do que uma lembrança,
Um olhar,um gesto,um sonho desejado,
Queria ser a chama da fogueira aqueçendo,
Palavra amor anunciada do coracão,
Água viva de uma nascente crescendo,
Ultrapassar esta realidade,vencer a oposicão,
Ser alegria ao acordar,
E, este sentimento para sempre Abracar...
Conseguir arrebatar nas alturas,
Êxtasiar por cima das arvores idónias,
Por cima dos rios límpidos,nas correntes que acarinha,
Queria do alto planar em ventanias puras,
Asas ao vento,libertar deste mundo de atitudes impróprias.
Queria conseguir chegar apenas ás estrelas,
Tocá-las,contagiar-me de luz,
Por cima das douradas ceáras,ao sul voar,
Contar as flores dos prados,uma a uma percorrê-las...,
Nas ondas do mar deliciar-me no brilho que reluz,
Das montanhas abracar o ar...
Queria tanto atingir o imenso firmamento,
Em euforia de azul mergulhar na alegria,
Nos deliciosos verdes sonhar,
Do orvalho lavar este rosto de tormento,
Nas asas do vento libertar da opressão doentia,
Dancar com o sentimento que quero abraçar,
Queria ser a montanha a beijar os céus limpídos,
alegre chilrear que desperta numa manhã clara,
Água limpida das fontes brotando,
melodia de embalar nos braços queridos,
colorido de uma borboleta no sol a despontar
manto branco de neve no inverno brilhando,
Queria tanto ser as gotas de sol que as águas transportam,
Ser barro nas måos de crianca,
Nas patas de uma abelha pólem dourado
O carinho de alguèm que confortam,
Queria ser mais do que uma lembrança,
Um olhar,um gesto,um sonho desejado,
Queria ser a chama da fogueira aqueçendo,
Palavra amor anunciada do coracão,
Água viva de uma nascente crescendo,
Ultrapassar esta realidade,vencer a oposicão,
Ser alegria ao acordar,
E, este sentimento para sempre Abracar...
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Admirável sentimento...
..O amar que embala todo o meu interior,
Não surge da hipocrisia deste mundo,
dos monstros de betão que aniquilam o encanto.
Não vêm concerteza de algum buraco imundo,
dos pálidos e tristes rostos de pranto,
dos obscenos gestos ou da vozes de clamor...
O amar que embala toda uma razão e uma existência,
não vêm decerteza das atitudes mesquinhas que me cercam,
de gélidos e apáticos movimentos que imperam,
das guerras ,destruicão e prepotência...
-De onde este maravilhoso sentir ? amar sem voz...!
O grito sem som que se agarra ao peito,o que sinto...
A descricão maravilhosa de um rio que flui para a sua foz,
determinado para abraçar o mar...,a insatisfacão na satisfacão que sinto...
Carrego uma mão cheia,cheia do que não consigo guardar,
cheia do que arrebento em sensação...,sensação de chorar,
de recolher na lagrima que devo deixar nascer...,
sensação de sorrir em sorriso,rir...,rir...,
o deleite que acaricia um sentir sedento por crescer,
a beleza dos sentimentos que nao quero deixar partir...
-De onde este delicioso sentir de amar sem voz?!?silênciosamente amar...
de onde o amar? O mesmo amar que cobre as pétalas de sol de um campo
[florescido,
abraçando os verdes baloiçantes ao vento,
do infinito céu azul,das correntes limpidas das águas,no milagre de nascer..,
[do sonho que sustento,
das montanhas beijando o firmamento,no refugio das águias apetecido,
dos admiraveis aromas dos jardins...Esta delicioso prazer que me Habita,
[me incentiva e me faz andar,
Quão aprazivel este sentir,que os pássaros não cansam de cantar...,
o amar que farta as flores de mel,que atravessa tantas janelas entorpecidas
[e sem horizontes,
sublime sensação que percorre as paredes nuas de mim,que sobe sobre as
[calçadas perdidas do meu olhar...,
o maravilhoso grito de jubilo das águas que jorram da fontes...
...Amar que não quero calar...
...Do sorriso de uma criança a força para erguer as mãos,caminhar...
-De onde este majestoso sentir que me faz continuar?
Uma parte da minha alma outrora ao vento,
tantas vezes abandonada ao esquecimento,
que dormia no mais intimo do meu ser e que hoje quero redescobrir,
a beleza de um sentimento que desperta no teu sorrir...
Não surge da hipocrisia deste mundo,
dos monstros de betão que aniquilam o encanto.
Não vêm concerteza de algum buraco imundo,
dos pálidos e tristes rostos de pranto,
dos obscenos gestos ou da vozes de clamor...
O amar que embala toda uma razão e uma existência,
não vêm decerteza das atitudes mesquinhas que me cercam,
de gélidos e apáticos movimentos que imperam,
das guerras ,destruicão e prepotência...
-De onde este maravilhoso sentir ? amar sem voz...!
O grito sem som que se agarra ao peito,o que sinto...
A descricão maravilhosa de um rio que flui para a sua foz,
determinado para abraçar o mar...,a insatisfacão na satisfacão que sinto...
Carrego uma mão cheia,cheia do que não consigo guardar,
cheia do que arrebento em sensação...,sensação de chorar,
de recolher na lagrima que devo deixar nascer...,
sensação de sorrir em sorriso,rir...,rir...,
o deleite que acaricia um sentir sedento por crescer,
a beleza dos sentimentos que nao quero deixar partir...
-De onde este delicioso sentir de amar sem voz?!?silênciosamente amar...
de onde o amar? O mesmo amar que cobre as pétalas de sol de um campo
[florescido,
abraçando os verdes baloiçantes ao vento,
do infinito céu azul,das correntes limpidas das águas,no milagre de nascer..,
[do sonho que sustento,
das montanhas beijando o firmamento,no refugio das águias apetecido,
dos admiraveis aromas dos jardins...Esta delicioso prazer que me Habita,
[me incentiva e me faz andar,
Quão aprazivel este sentir,que os pássaros não cansam de cantar...,
o amar que farta as flores de mel,que atravessa tantas janelas entorpecidas
[e sem horizontes,
sublime sensação que percorre as paredes nuas de mim,que sobe sobre as
[calçadas perdidas do meu olhar...,
o maravilhoso grito de jubilo das águas que jorram da fontes...
...Amar que não quero calar...
...Do sorriso de uma criança a força para erguer as mãos,caminhar...
-De onde este majestoso sentir que me faz continuar?
Uma parte da minha alma outrora ao vento,
tantas vezes abandonada ao esquecimento,
que dormia no mais intimo do meu ser e que hoje quero redescobrir,
a beleza de um sentimento que desperta no teu sorrir...
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