Não sei como te chamas
ainda menos
que nome te hei-de dar;
Conheço as tuas partidas,
como beijo as tuas chegadas...
Há um sino,
de fronte de uma estrela que anuncía
a tua chegada;
Faz frio,
mas o teu abraço aquece-me,
o teu beijo secou a lagrima esquecida...
Em silêncio,
sorveste-a,
qual nectar de uma flor por inventar...
As tuas passagens breves,
mas,
plenas de eternidade.
O campo estéril
frente ao meu quarto
desabrochou;
e,no ar
o perfume de cada madrugada,
celebram-te.
A tua paz,
venceu qualquer obstáculo.
Tudo reflecte a tua luz.
Quão breve é a tua passagem!
e como cheira a eternidade!
Para lá do vale
onde,
envoltos em poesia,
saudamos a esperança...,
já se vislumbra
o monte
que ofuscará a tua presenca...
...Ha!
este breve momento
com cheiro de eternidade,
tão breve,
tão breve como qualquer poema,
sem principio nem fim.
És vento,
semente ou paixão?
Que interesa,
se conheco o toque
da tua mão....!!!!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
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