Manhas de frio,
Deslizando pelo rio,
Todas as manhas,a corrente de água,
Havia de me levar,
Na minha mágua,
Sair daquele lugar,
Sentir aquele olhar,
Sentir que me vinha beijar,
Fosse tarde ou cedo havia de me levar...
Sei que nao posso abrir a voz e falar,
Deste amor contar...,
E,quando te sinto ao chegar...
Nao estarei eu a sonhar?
No leito de minha cama,
Corpo quente a transpirar...
Sentir Alguèm que me ama,
Sofrer de amores,
Sei lá que mais...,cercado de cores,
Num espaco só meu,
Que é mais que um lugar,
Que será nosso,que será teu,
E onde o amor exaltará para se trocar...
terça-feira, 24 de março de 2009
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Olá Luís
ResponderEliminarNunca mais quiz aparecer no meu blogue e comentar?
Não é obrigado a concordar comigo.
Cada um é como é.
Os seus poemas tem evoluido e mostra-nos mais do muito que tem para dar. Força amigo e deixe esse rio interior correr livremente.